Quando fazer seguro?

SeguroLembra quando falamos do motivo pelo qual as pessoas compram um bilhete de loteria? Chegamos à conclusão que o valor do bilhete é maior que o preço dele, em razão da expectativa de ganhos.

Quando falamos em seguros, seja de vida, de carro, etc, o raciocínio é o mesmo. Pare e pense: Você faz o seguro do carro quando a indisponibilidade dele vai lhe causar transtornos que custam mais do que o preço pago à seguradora.

Há um tempo, quando fui trocar meu aparelho celular, me ofereceram o seguro contra roubo e outros danos. Inicialmente me interessei, pois ficar sem celular hoje em  dia causa um grande transtorno. O problema é que o seguro custava 30% do aparelho, o que faria com que o seguro valesse a pena apenas se tivesse um chance de 30% de eu ser roubado antes de decidir trocar novamente o aparelho. Não valeu a pena para mim.

Mas quando devo fazer um seguro?

A resposta, como sempre nesses casos, vai depender de alguns fatores. Abaixo, algumas sugestões de perguntas a serem respondidas para a tomada de decisão:

1) Seguro de vida:

. Quão dependente sua família é da sua renda?

. Se você possui bens, qual o custo com inventário/cartório/impostos para transmissão desses bens a seus herdeiros?

Geralmente, o seguro de vida é mais aconselhado para aquelas pessoas em fase de acumulação de bens e que possuem filho(s) ainda dependentes de sua renda

2) Seguro de bens (Veículos, imóveis, etc)

. Qual o tamanho do seu transtorno na indisponibilidade desse bem?

Em razão da relação custo x benefício, geralmente é aconselhada a contratação de seguros de bens de maior valor como imóveis e veículos.

Até a próxima!

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