Certificado de Recebíveis Imobiliários – CRI

Crédito-ImobiliárioHoje vamos dar continuidade na nossa abordagem dos Certificados de Recebíveis, opções que vêm surgindo como alternativa para os investidores de Renda Fixa. Na semana passada, tratamos dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio – CRAs. Nessa semana, abordaremos os Certificados de Recebíveis Imobiliários – CRIs.

A sua regulação ocorre pela Lei 9.514 (a mesma dos LCIs) e, assim como os CRAs, somente podem ser emitidos por companhias securitizadoras (que compram operações de crédito de outras empresas ou bancos).  São títulos nominativos (ou seja, emitidos no nome do investidor), que possuem isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos para pessoas físicas.  As pessoas jurídicas pagam imposto de renda sobre os rendimentos.

Assim como ocorre com as CRAs, a garantia desses títulos dá-se pelas operações às quais eles estão vinculados, não estando cobertos pelo Fundo Garantidor de Crédito. Logo, são mais arriscados quando comparados com os investimentos mais tradicionais de Renda Fixa, o que faz com que seja exigida uma rentabilidade maior para o investidor. Essa remuneração pode ser vinculada a uma taxa de juros prefixada, pós fixada ou vinculada à inflação.

Trata-se, portanto, de um investimento mais arriscado, porém com maiores possibilidades de ganhos. Em função dos vencimentos dos contratos aos quais estão vinculados, é ideal que seja considerado como uma opção de longo prazo.

DICA DO CONSULTOR

Como sempre é reforçado, o ideal é informar-se sobre todas as características do produto antes de investir, além de considerar seu perfil de investidor para avaliar corretamente se vale a pena fazer o investimento.

Até a próxima!

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